acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home2/fabbof55/public_html/wp-includes/functions.php on line 6131O conteúdo Turismo: tendências que estão redesenhando as experiências de viagem aparece primeiro em Fabbo Futuros.
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Procuramos 3 organizações não-governamentais ou empresas sociais para receberem consultoria de inovação gratuitamente.

A inovação é a chave para o crescimento e a sustentabilidade de qualquer organização, inclusive as empresas sociais ou organizações não governamentais (ONGs). A capacidade de se adaptar, evoluir e encontrar soluções criativas é fundamental para enfrentar desafios e criar impacto positivo em comunidades e no mundo.
Reconhecemos que nem sempre é fácil ou acessível para todas as empresas e organizações investir em consultorias de inovação. É por isso que estamos comprometidos em oferecer consultoria gratuita para 3 organizações com esse perfil.
A inovação vai além do desenvolvimento de novos produtos ou serviços; trata-se de repensar processos, identificar oportunidades e encontrar maneiras mais eficazes de alcançar metas e resolver problemas. Acreditamos que ao capacitar organizações com ferramentas e conhecimentos para inovar, estamos impulsionando um ciclo virtuoso de crescimento e impacto positivo na sociedade.
Nosso objetivo é selecionar organizações comprometidas com a mudança, que buscam ativamente aprimorar suas abordagens e estão abertas a novas ideias e metodologias de inovação. Se você acredita que a sua organização poderia se beneficiar dessa oportunidade, convidamos você a se candidatar para receber nossa consultoria gratuita em inovação.
A FABBO Futuros
Existimos para inspirar organizações a abraçarem a inovação e a construírem seu futuro com coragem.
Na FABBO Futuros, mostramos a importância do equilíbrio das estratégias de curto, médio e longo prazo; preparando e capacitando as empresas para se tornarem líderes visionárias em seus setores; para se anteciparem às mudanças; para liderar a transformação; para tornar seu futuro menos incerto, mais sólido, dinâmico e próspero.
A profundidade nas conversas iniciais com pessoas de todas as hierarquias da empresa para fazer um diagnóstico preciso dos problemas da organização e então buscar a melhor solução através de metodologias combinadas de inovação e foresight estratégico. A abordagem é colaborativa, trabalhando em estreita parceria com as organizações para identificar oportunidades de crescimento dentro de sua cadeia de valor fazendo o melhor uso dos recursos que a empresa já tem disponível.
Nossos serviços:
A FABBO Futuros oferece projetos de inovação, foresight estratégico, planejamento estratégico, metaexperiência (experience design), design de serviços, workshops e palestras.
FASES DO PROJETO
DURAÇÃO: 1 ano total, sendo: Projeto principal: 3 meses / Mentoria mensal: 9 meses.
SEMANA 1
ALINHAMENTO DA INTENÇÃO DE INOVAÇÃO
Atividade feita com o cliente.
SEMANAS 2 e 3
INSIGHTS
Entrega: Mapa de oportunidade de negócios
SEMANA 4
CAMPOS DE ATUAÇÃO
Entrega: Novos campos de atuação para escolha do cliente.
SEMANA 5 e 6
CONCEITO DE NEGÓCIOS
Entrega: Conceitos de Negócios para escolha do cliente.
SEMANA 7 e 8
BUSINESS CASE
Entrega: Business Case
Sumário executivo, insight-chave, proposta de valor, conceito de negócio detalhado, modelo de negócios, tamanho do mercado, incertezas, plano de ação.
SEMANAS 9, 10 e 11
IMPLEMENTAÇÃO E TESTES
Entrega: Relatório de implementação das estratégias inovadoras.
Resultados dos testes piloto realizados. Avaliação inicial do desempenho das novas abordagens. Registro das lições aprendidas e insights obtidos.
SEMANA 12
AVALIAÇÃO E AJUSTES
ENTREGA: Análise detalhada dos resultados obtidos na implementação.
Recomendações de ajustes e otimizações com base nos resultados. Plano revisado para a fase final de consolidação.
ACOMPANHAMENTO
Mentoria mensal durante 9 meses para resposta de dúvidas e aconselhamentos.
Prazos:
Inscrições: Até 31/01/2024
Divulgação da seleção: 09/02/2024
CLIQUE NESSE LINK PARA SE INSCREVER.
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Imagem: Freepik
Depende de como você tem gerido sua empresa.
Se a sua empresa tem conseguido acompanhar e se adaptar as mudanças do mercado atual com capacidade de modificar estruturas e funções de forma flexível e horizontal, então sim, a imagem tem tudo a ver com sua empresa, que pode ser chamada de líquida.
Empresa líquida, nada tem a ver com liquidez, o que também é superimportante. Tem inspiração no termo criado pelo sociólogo francês, Zygmunt Bauman – Modernidade Líquida – que fala sobre a sociedade em crise, onde a dúvida, a incerteza, o egocentrismo e o fascínio pelo desapego são os pilares. Se as pessoas estão assim, então é claro, os consumidores, os colaboradores e todos os outros stakeholders também estão.
Para lidar com isso, as empresas precisam se organizar de uma forma em que consigam navegar por essa liquidez com mais facilidade se adaptando a cada novo desafio. Para ser uma empresa líquida muitas empresas estão adotando para organizar estruturas e processos a metodologia Agile, que surgiu no final do século XX com o nascimento das grandes empresas de tecnologia.
A metodologia Ágil, que surgiu com o Agile Manifest, diz que a empresa precisa ter uma cultura de ser e pensar de forma ágil, flexível e fluída.
Os 4 valores do manifesto são:
“Os indivíduos e suas interações acima de procedimentos e ferramentas;
O funcionamento do software acima de documentação abrangente;
A colaboração com o cliente acima da negociação e contrato;
A capacidade de resposta a mudanças acima de um plano pré-estabelecido;
Assim sendo, mesmo havendo valor nos itens à direita, os que estão à esquerda são mais valorizados.”
E nesse cenário, o planejamento estratégico também precisa ser mais ágil e adaptável e para isso, a FABBO Futuros, agrega conceitos de foresight estratégico e inovação ao planejamento estratégico para gerenciá-lo de forma cíclica e contínua, para que as empresas possam responder mais rápido aos seus desafios.
Para saber mais sobre o Manifesto Agile, vá no: https://agilemanifesto.org
#inovação #planejamentoestratégico #agile #futuros
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O SXSW como sempre, não decepciona. Só sai de lá como chegou, quem não prestou atenção.
Do que eu consegui ver, porque realmente é muita coisa para escolher, viver e assimilar, tentei deixar uma pequena contribuição, para que talvez possa ser proveitoso, como ponto de partida para mergulhos mais profundos em assuntos que possa causar interesse.
Os palestrantes principais são relevantes sim, mas já são conhecidos, as grandes surpresas ficam por conta dos assuntos emergentes que surgem nos arredores. A vasta programação trás escondida nos auditórios mais distantes e pequenos as maiores curiosidades e inspirações, pelo menos para mim.
Desde que comecei a frequentar o festival vi que essa era a minha trilha, descobrir coisas realmente novas, assuntos sobre os quais nunca me aprofundei ou mesmo desconhecidos. Quanto mais estranho, melhor!
Meu foco é sempre estar inteira para absorver o conteúdo. As ativações das marcas, festas e afins, vou quando sobra tempo e disposição, sem estresse.
Ir ao SXSW é mais ou menos como quando uma criança vai a uma papelaria – canetinhas, papéis, adesivos coloridos – a mão compra coisas lindas, mas que só vão fazer sentido se a criança usar e abusar sem limitações.
Só uma coisa que senti é que Austin já não está tão weird como era antes. Senti um pouco de falta da originalidade da cidade, o que a fazia diferente. Está sendo gentrificada pelo crescimento dos últimos anos. Espero que isso não tire a originalidade do festival.
Agora que voltei, o objetivo é usar essas tantas referências e perspectivas para criar coisas novas para minha vida e de outras pessoas e para os projetos dos meus clientes tentando, de alguma forma, fazer alguma diferença nesse mundo que precisa tanto de mentes, corações e principalmente mãos na massa para solução de tantos problemas.
No post de hoje, o resumo do que vi nos últimos dias de palestra.
TECNOLOGIA É UMA FORÇA PARA O BEM
Teresa Barreira, Reva Bhatia e James Kessler (Publicis Sapient)
O painel defende a tecnologia como uma força para o bem. Que a transformação digital é sobre pessoas e para a transformação social.
Quanto mais digital nos tornamos mais humano precisamos ser. O foco deve ser sempre a diferença positiva que será feita na vida das pessoas.
Contaram cases interessantes do setor público de resolução de problemas sociais, tais como, fila na imigração, moradia e educação com uso de tecnologia e sempre com o processo de ouvir as pessoas, pois às vezes a solução pode ser mais simples do que parece.
Deram exemplo de uma prefeitura que gostava um valor muito alto com um sistema para controlar a concessão de moradias e com o processo de se conhecer o problema ouvindo as pessoas passaram a usar GoogleSheets para resolver a questão.
QUANTUM-AI – PORQUE SEU FUTURO DEPENDE DA COMPUTAÇÃO QUANTICA E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Whurley, fundador da Strangeworks, já criou duas outras startups que foram vendidas, uma para Goldman Sachs e outra para Accenture.
A Strangeworks foi criada para popularizar a computação quântica e torná-la acessível.
A quântica é uma forma completamente nova de computação, “dividimos átomos para criar destruição, para criação de armas nucleares e agora estamos dividindo para criar essa nova forma de computação”. Ela vem de vários formatos de qubits supercondutores, onde você pega um elétron e o esfria ou suspende com lasers. Por que isso é tão poderoso? Porque se eu tiver 4 bits de 16 resultados, será um de cada vez, na quântica se eu tiver 4 qubits, terei todos os 16 resultados ao mesmo tempo.
A cabeça fritou né? Pois é, esse potencial e mais a inteligência artificial vai mudar tecnologia nos próximos 10 anos, mais do que tudo que já foi feito até agora.
Quais serão as aplicações dessa tecnologia?
– Decifrar moléculas de tudo que existe através de gêmeos digitais, hoje isso seria impossível devido a capacidade de processamento dos computadores existentes.
– Descoberta de novos medicamentes.
– Cura para doenças através do entendimento de como funciona o organismo.
– Criptografia. Vai conseguir quebrar criptografias criadas antes dela. Imagina quanto segredo de governos, empresas serão reveladas?
– Otimização: horários de transporte, rotas, portões, horários de vôos, etc.
– Previsão de tempo.
Falando de IA, existem três tipos: a que temos hoje, IAG – inteligência artificial geral, mais avançada que replicará nosso comportamento. E então a Superinteligência quântica, que seria superior à inteligência humana.
Tudo isso vai ajudar o ser humano a resolver problemas que ele não consegue, que tem dados tão volumosos que não conseguimos lidar com eles, é como encontrar uma agulha no palheiro, como por exemplo combinar todos os tipos de molécula para criação de um novo remédio de forma rápida.
E em atividades rotineiras como: assistentes pessoais, tomada de decisão, reconhecimento de imagem, educação, etc.
Os impactos negativos, é óbvio, existem. Quando se trata de uma tecnologia sobre a qual o ser humano pode perder o controle, começando pelo aumento de desemprego (acredita que outros empregos também serão criados pela mesma tecnologia), aumento da desigualdade, disrupção na economia.
Impactos sociais e econômicos positivos:
– Controle e responsabilização
– Energia sustentável
– Agricultura e produção
– Finanças
Desafios: preparar profissionais para criar programas e pilotar essas máquinas e educar as crianças, adequadamente, para essa nova realidade.
“Não se preocupem com as máquinas, se preocupem com as pessoas que as estão controlando”.
Ao final da palestra Whurley revelou que todo o conteúdo da palestra, os slides da apresentação e o folheto impresso que foi entregue aos participantes foi criado por inteligência artificial em algumas horas, ao contrário das 9 semanas que ele levou para criar a apresentação que fez no SXSW em 2018.
Usou o seguinte prompt:
Escreva um resumo de 800 palavras para uma palestra de SXSW para uma sessão chamada “QuantumAI: Porque seu futuro depende da convergência da Computação Quântica & Inteligência Artificial” na qual o palestrante discute os avanços da computação quântica e da inteligência artificial, os desafios que nossa espécie enfrenta e a convergência inevitável que pode levar a uma super inteligência quântica que mudará para sempre nosso mundo.
Uns dias depois, Whurley pediu à IA que usasse o resumo para criar um esboço de como a apresentação poderia ser, como pequenos ajustes a apresentação estava pronta.
#DEATHTOK: COMO A GERAÇÃO Z ESTÁ REIMAGINANDO A MORTE E O LUTO
Rehan Choudhry (Chptr Inc – uma plataforma onde as pessoas se encontram para compartilhar memórias das pessoas que se foram), Julie McFadden (Hospice Nurse Julie – normaliza assuntos relacionados à morte no Instagram e TikTok), Jesse Moss (Experience Campus – acampamento para crianças em luto).
Essa geração está a 2º de separação de alguém que morreu: pandemia, overdoses, tiroteios nas escolas, suicídio e tudo amplificado pelas mídias sociais. Com a #deathtok sendo trend no TikTok constantemente.
Mas as redes sociais também os ajudam a lidar com a perda e se juntarem a comunidades que são criadas em torno do luto.
A geração Z gosta de falar sobre morte, apesar de terem medo, o que é normal.
Para lidar com o luto aconselham a usar uma linguagem adequada, pedir que o enlutado conte histórias dos seus entes queridos. O luto não tem prazo, por isso é importante que as pessoas acompanhem as pessoas que passaram por perdas por mais tempo com atitudes concretas, que escutem a pessoa ou que apenas estejam presentes, mesmo que silenciosamente e desconfortavelmente: “Eu nem sei o que dizer, mas estou aqui com você.”
Importante falar sobre o assunto, mas também trazer a pessoa de volta à vida, com prática de esporte e atividades de entretenimento, como é feito no Experience Campus.
A maioria de nós evita falar sobre morte como se isto trouxesse algo ruim, mas é melhor “se preparar para o pior e esperar o melhor”.
As crianças não querem ser julgadas ou tratadas diferente quando estão em luto, quanto mais conversa mais cura.
NÃO PERCA SUA VOZ TENTANDO SER OUVIDO
Saida Grundy (Boston University), Munirah Jones (Escritora, produtora de filmes), Dominic Lawson (The Startup Life Podcast) e Enora Moss (Locutora de rádio e influencer)
Como conseguir criar conteúdo que alcance um grande público sem precisar sacrificar sua alma? Esses criadores negros contaram a dificuldade de conseguirem emplacar seus conteúdos em grandes canais ou streamings sem ter que se encaixarem perfis que esses veículos acreditam ser aceitáveis.
Como todo mundo já sabe, para se criar conexões com o público é necessário ser verdadeiro, e como ser verdadeiro em uma terra do não, principalmente para as pessoas pretas. Esses criadores acreditam que como não tem essas oportunidades é preciso cria-las, pois o sonho americano é da comunidade preta também.
Os conteúdos de mais sucesso sobre histórias de pessoas negras foram feitos por brancos, não que não tenham boas histórias como por exemplo: A Cor Púrpura de Steven Spielberg, mas chegamos a um ponto em que as pessoas querem ouvir histórias de suas comunidades e se o restante do público quiser consumir, seria ótimo, ainda que improvável.
Sobre métricas, acreditam que analisar números é importante, mas todos são unânimes em dizer que o mais importante são os engajamentos, as conversas que se criam em torno dos seus conteúdos.
Hoje existem diversas formas de monetizar seu conteúdo nas redes sociais e se autofinanciar.
Para manter a originalidade o mais importante é saber dizer não.
HABITANDO HISTÓRIAS DO FUTURO
Doug Abrams (Escritor), William Vendley (Fetzer Institute), Gordon Wheeler (escritor) e Pamela Ayo Yetunde (Conselheira pastoral).
Somo habitantes de histórias. Os humanos se orientam através de histórias. Famílias, nações e religiões tem histórias distintas que os une, mas que também os mantem afastados. Somos a única civilização que não tem uma história comum sobre quem somos, o que estamos fazendo aqui e como podemos florescer juntos.
Colocando toda história a que temos acesso em um ano, atualmente estamos às 23h59min do dia 31/12 e temos a urgência de reconectarmos os caminhos do conhecimento espiritual, intelectual e científico para criação de uma nova história compartilhada.
Histórias são importantes para entendermos o contexto do mundo. Sem significado, paralisamos.
As pessoas que não estão satisfeitas com o padrão de mentalidade atual é que terão o poder de construir essa história coletiva.
É difícil criarmos essa história coletiva porque somos seres empáticos, mas também tribalistas.
É fundamental que a divisão entre nós e eles seja superada para que uma nova história seja escrita.
Vivemos em um mundo que nos faz acreditar que precisamos ser concertados. “Devemos olhar além da nossa individualidade e perceber que nossas diferenças são muito menores do que as coisas que nos fazem humanos”.
DON’T BE A DRAG JUST BE A QUEEN
Gottmilk (Maquiadora, escritora e ativista dos direitos humanos), jaida Essence Hall (Drag Superstar – vencedora da 12 temporada do RuPaul’s Drag Race), Symone (Drag Superstar – vencedora da 13 temporada do RuPaul’s Dra Race) e Kavin Wong (The Trevor Project).
Sobre as leis anti-LGBTQ que tem surgido em todo país e principalmente uma que surgiu no Texas que quer proibir jovens de assistirem shows de drag queens.
A cultura drag, provavelmente começou com as figurações das peças de Shakespeare, onde homens fantasiados faziam os papéis femininos e mesmo assim foi um longo caminho para que se começasse a aceitá-la.
Falaram da importância de programas como o do RuPaul, que ajudou as drag queens a serem mais aceitas e a se aceitarem.
Os políticos que estão fazendo essas leis deveriam passar um tempo com pessoas queer para entender que são humanos.
Contaram suas histórias, suas conquistas e como hoje vivem plenamente sendo que são, apesar de saberem que a realidade de todas a drag queens não famosas não é a mesma.
Fizeram um chamado para que as pessoas se envolvam e não deixem seus direitos retrocederem ainda há muito a ser conquistado.
Queer: pessoas que não se identificam com padrões impostos pela sociedade e transitam entre gêneros, sem concordar com rótulos, ou que não saibam definir seus gêneros/orientação sexual.
#sxsw, #computaçãoquântica #inteligênciaartificial #luto #genz #storytelling #cultura #draqueen #inovação
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UMA NOVA ESCOLA DE LÍDERES TRANSFORMANDO O MARKETING DE EXPERIÊNCIA
Conny Braams (Unilever), Jeremi Gorman (Netflix), Tim Mapes (Delta Airlines)
Geralmente acho alguns painéis superficiais, mas esse entregou tudo.
Os executivos dessas três empresas mostraram como estão navegando nesse novo universo onde físico e digital se convergiram e vão virar um só no metaverso.
As linhas entre marketing e vendas estão borradas e é necessário agir em conjunto para conseguir se antecipar sempre que possível ou reagir sempre que necessário.
A Unilever criou hubs que envolver diversas áreas para conseguir dar essa resposta.
O executivo da Delta pontuou que hoje 90% dos colaboradores são pessoas de marketing para a empresa, pois através de suas redes sociais conseguem divulgar e alcançar muitas pessoas.
As empresas devem ser cada vez mais acessíveis para seu público.
Delta começou a conceder wifi grátis em seus voos internacionais (eu utilizei e funciona muito bem), pois assim consegue continuar a conversa com seus clientes e estreitar o relacionamento pois consegue coletar mais dados sobre eles, tudo com consentimento e oferecer auxílio e retratação, como oferecer uma bebida especial em um voo quando algo deu errado, como extravio de bagagem, atraso, remarcação.
A Netflix tenta estar o mais próxima possível dos clientes, mas ainda assim se surpreende com a repercussão de séries como Wednesday (Wandinha) e diz que o importante é que cada cliente tenha pelo menos um conteúdo favorito.
A Unilever preza muito pelos 3 bilhões de clientes que consomem seus produtos todos os dias.
Sobre a mídia retail (mídia no ponto de venda físico e virtual) o moderador, Michael E. Kassan, divulgou que chegará em US$100 bilhões o investimento até 2025, no qual a Unilever pretende investir e inclusive educar os varejistas para melhorar suas opções de mídia. É necessário muito criatividade para trabalhar essas mídias que consegue converter vendas e fortalecer marca, ao mesmo tempo.
Netflix está estudando diversos formatos de propaganda dentro de seu conteúdo além de testes para que as pessoas possam clicar em seus conteúdos e fazer compras.
Michal Kassan trouxe as cinco palavras com T e C (em inglês) que usa em sua empresa para começar qualquer conversa e que deviam priorizar: trust (confiança), transparency (transparência), talent (talento), technology (tecnologia), transformation (transformação), commerce (venda), curation (curadoria), community (comunidade) e creativity (criatividade).
Unilever preza muito por sustentabilidade e procura passar informações sobre isso através de suas redes sociais e influenciadores. As marcas devem evitar superficialidade e tentar aprofundar as conversas com seu público.
Sobre o metaverso, as três marcas estão testando formatos. Unilever fez um trabalho muito bacana com Dove em parceira com Epic Games, chamado Womens in Game (https://musebycl.io/gaming/dove-pushes-diversity-beauty-female-game-characters), onde criou skins especiais para empoderar mulheres que jogam.
Delta sobre o impacto negativo que a associação com a variante delta da COVID trouxe para a marca, quando uma garotinha chamada Delta postou um vídeo nas redes sociais dizendo que estava muito triste por seu nome estar sendo associado com uma doença e então comentaram na publicação dela, dizendo que adoravam o nome dela e esse comentário viralizou trazendo uma visibilidade positiva para a marca.
Com respeito e bom senso é preciso estar de olho no que acontece nas redes para conseguir participar dessas conversas.
THE FUTURE OF SEX
Bryone Cole (Future of Sex) e Maaike Steinebach (Sextech Advisor – Sextech School)
O mercado Sex Tech inclui é claro sexualidade e tecnologia nas vertentes de educação, saúde, segurança, assédios, tráfico humano, medicina e medicamentos, acessibilidade, inclusão, performance, identidade etc.
O mercado que deve faturar US$38 bilhões em 2023, é ainda cercado de estigmas e taboos que chega a ser tão grande que empreendedores dessa área, principalmente mulheres, sofrem preconceito até mesmo ao abrir uma conta em banco ou tentar algum tipo de investimento.
Ao longo da palestra mostraram alguns produtos dessa indústria, como o “donut” que ajuda a prevenir que a mulher sinta dor na hora do sexo, a escova que higieniza as partes íntimas da mulher após o sexo, as almofadas para que pessoas com deficiência possam fazer sexo e o aplicativo de celular que consegue através de foto medir a fertilidade através da quantidade de espermatozoides presentes no sémen.
Enfim, o mercado é muito amplo, necessário e cheio de oportunidades, mas é preciso que essas barreiras sejam quebradas para que se tenha mais visibilidade.
Todo mundo, ou pelo menos a mãe de todo mundo, já fez sexo e não deveria ser um assunto tão cercado de preconceito.
#shamefree
NASA – THE JAMES WEBB TELESCOPE
Laura Betz (RP Nasa), Knicole Colón (Webb Exoplanet Scientist), Macarena Garcia Marin (Astrofísica da agência espacial europeia), Stefanie Milam (Project Scientist Nasa), Amber Straughn (astrofísica).
Falaram sobre a construção e dos resultados surpreendentes que o telescópio James Webb tem apresentado.
20 mil pessoas de 14 países se envolveram na construção em duas décadas de trabalho.
Foi lançado em dezembro de 2021 e as primeiras imagens foram divulgadas em julho de 2022.
Na palestra mostraram a última foto que foi tirada pelo satélite e que ainda era inédita para o público.
Afirmam que os dados trazidos estão surpreendendo a cada dia e que livros estão sendo reescritos sobre o que se sabia até hoje sobre a criação e desenvolvimento do universo.
Perguntas como, de onde viemos e como chegamos aqui podem começar a serem respondidas.
Perguntaram para alguma delas se elas acreditam que há vida inteligente fora da Terra, e a cientista respondeu: Há vida inteligente na Terra?
QUEM VOCÊ QUER SER QUANDO MORRER?
Alua Arthur (Fundadora e Doula de morte da Going with Grace) e Dr. BJ Miller (Médico especializado em cuidados paliativos e fundador da Mettle Health)
Acho que essa foi a palestra mais fascinante que vi esse ano e que mostra o quanto a curadoria desse evento é fantástica.
Para se morrer com graça talvez seja preciso viver com presença. Entender a morte para definirmos como queremos viver.
Temos papéis em nossa vida, mas não somos os nossos papéis. Então como criamos e recriamos a partir de nossa experiência e não é preciso ser artista para fazer isso, tipo como reagimos a forças que são maiores que nós.
BJ, entre outras coisas, ajuda os pacientes a navegarem pelo sistema de saúde americano que é ruim e como acessar os serviços de cuidados paliativos quando necessário.
As falas dos dois palestrantes foram muito potentes, tais como: tente amar sua vida e coloque sua morte nesse pacote.
Para encarar a finitude pode-se tentar fazer uma Bucket List e aproveitar a vida que resta ou ser mais estratégico e cuidar de todos os detalhes para fazer uma passagem tranquila e suavizar as decisões para a família.
Disseram que não são obcecados pela morte, na verdade são interessados na totalidade da vida. Recomendam fazer um retrofit da vida a partir da sua possível morte, se desafie a viver.
Percebem que no final da vida as pessoas valorizam mais suas experiências do que suas conquistas.
Falam de questões práticas para amenizar esse final, caso tenha tempo de planejar, como: Nomear uma pessoa para tratar das decisões caso você não tenha condições de fazer, alguém que não seja tão próximo de você para que seja emocionalmente capaz de tomar decisões. Antecipe suas vontades.
Aconselham que vivamos todos os dias como se fosse o primeiro, com encantamento diante da vida.
Quando abriram para perguntas, o público trouxe questões super pessoais como o rapaz que contou que teve um câncer super grave e que estava condenada a morrer no final do ano passado, aproveitou para fazer muitas coisas que gostava, deixou o emprego que já não gostava, rompeu relações e aceitou seu destino, e então veio a cura da doença, disse que agora não sabe o que fazer, que está sem propósito e sem rumo. Os palestrantes o aconselharam e entender esse processo como um luto, entender e viver cada fase para se recuperar.
METADE DA FORÇA DE TRABALHO SERÁ FREELANCER ATÉ 2030
Denise Brouder, Vladimir Duthiers, Rafael Espinal, Sharon Lee Thony.
As empresas podem encontrar nos freelancers capacidades que não tem na equipe.
Essa cultura que já é comum em algumas indústrias está se alastrando por todo mercado de trabalho, principalmente depois da pandemia e começa a gerar discussões sobre como isso afeta a cultura das empresas, a saúde desses profissionais que geralmente se dedicam muito a cada um dos projetos, como as empresas devem receber esses profissionais e como a equipe fixa deve ser preparada para receber esses profissionais.
É um caminho sem volta.
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DIA 4
Hoje aprendi que o melhor da tecnologia é o quanto ela está ajudando as pessoas a viverem melhor.
Saber contar histórias é fundamental para o sucesso de qualquer negócio e que conexões reais ainda importam.
Que as empresas de tecnologia são, sim, parte responsáveis por criar limites e ética para a inteligência artificial, mas que ainda assim é preciso colocar mais gente nessa conversa.
Que eu preciso aprender alguma coisa sobre programação para entender a inteligência artificial, urgente!
O FARDO DE VIVER COM DIABETES COM PARTICIPAÇÃO DE JOE JONAS.
O cantor que tem diabete tipo 1, participou com médicos do painel sobre as tecnologias que estão ajudando as pessoas a viverem melhor com diabetes.
“Eu posso fazer parte de uma conversa e usar a plataforma que tenho para aumentar a conscientização”, disse ele. “Seria mais fácil viver com a doença se eu fosse aberto e honesto, e espero que para alguém que esteja numa posição semelhante tentando descobrir como navegar numa vida com diabetes, eu falando sobre isso poderia ser útil de qualquer maneira. Tem sido uma viagem louca, mas agora estou com boa saúde”.
TIM FERRISS E BILL GURLEY
Tim Ferriss é escritor e autor do livro 4 horas por semana, entre outros.
Bill Gurley, investidor, foi um dos investidores do Uber.
Storytelling, storytelling, storytelling.
Aqui Bill Gurley foi o entrevistador, e Tim contou sua vida como investidor anjo e produtor de conteúdo.
Como investidor anjo, Tim Ferriss coloca pouco dinheiro, mas oferece mentoria e conexões e fala como valoriza as conexões presenciais.
Como criador de conteúdo aconselha a não acreditar somente em estatísticas e fazer testes. Credita o sucesso do seu podcast a ter escolhido um formato fácil de replicar e que pudesse ter consistência. Outras dicas: atuar em várias plataformas, se for entrevistar alguém se aprofundar sobre o entrevistado.
Bill Gurley, claro, foi perguntado sobre a falência do banco do Vale do Silício e não fugiu da resposta: Acha que foi um cisne negro (termo criado por Nassim Taleb para designar acontecimentos inesperados e difíceis de prever).
“Fazer nada e esperar é meu novo hábito.”, disse. ‘As pessoas fizeram muitas loucuras no fim de semana que não importaram pois na segunda de manhã tudo estava resolvido.”, sobre a intervenção do Banco Central Americano.
COMO NAVEGAR NO MUNDO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Patrick Gage Kelley, pesquisador do Google
Aqui encontrei parte da resposta sobre quem vai cuidar dos limites e da ética na inteligência artificial. Aparentemente, o Google está fazendo sua parte nisso.
Disse que os desenvolvedores devem dar informações precisas sobre de onde está tirando os dados para as pessoas para que elas entendam as decisões que a inteligência artificial está fazendo por ela.
Mostrou os princípios para desenvolvimento do Google para inteligência artificial:
– Seja socialmente benéfico
– Evite criar ou reforçar preconceitos
– Seja construído e testado para segurança
– Seja responsável perante as pessoas
– Incorpore princípios de privacidade no design
– Mantenha altos padrões de excelência científica
– Seja disponilizado para uso que respeite esses princípios.
Mostrou várias ferramentas educativas tanto para desenvolvedores quanto para a população entender mais sobre inteligência artificial.
Para quem quiser saber mais: https://explainability.withgoogle.com
Nesse dia também aproveitei para ver a feira que acontece no evento, que conta com tecnologias relacionadas aos assuntos que estão sendo tratados no evento. Essa feira ainda é pequena mas vem crescendo ao longo do anos.
#sxsw
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A vida me levou hoje a descobrir/lembrar que:
O humano tem que ser colocado no centro das decisões da tecnologia e me espantei que supostamente em algum momento não tenhamos sido colocados nessa posição.
Que temos (todas as pessoas) que aprender mais profundamente sobre inteligência artificial para pararmos de temê-la e aprendermos a usá-la a nosso favor. E que alguém (tem alguém aí?) precisa regular e traças limites éticos para metaverso e inteligência artificial. Quem sabe descubro quem é esse alguém até o fim desse evento?!
Que não é fácil fazer o que é certo e que fazer isso quando quase ninguém faz pode ser desanimador, mas que ainda assim vale a pena.
HUMANIDADE NO METAVERSO: O QUE O DESIGN TEM A VER COM ISSO?
Cathy Hackl (Chief Metaverse Officer da Journey), Anu Puvvada (Metaverse Center of Excellence da KPMG), Kay Sargent (Senior Principal da HOK) e Ted Schilowitz (Futurist da Paramount Pictures).
Um painel bem animado, que trouxe alguns insights bem interessantes de pessoas que já estão construindo o metaverso.
As empresas tem a responsabilidade de colocar o ser humano no centro de suas decisões e escolhas e deixar que elas se manifestem e se expressem. (Uma observação: parece óbvio, mas não é já que tem tanta gente ainda falando isso)
Mencionaram algumas indústrias que serão bem impactadas pelo metaverso: tecnologia, finanças, medicina, educação, moda e entretenimento.
Uma das melhores coisas são as possibilidades maravilhosas para as pessoas com deficiências.
A forma como as pessoas estão se manifestando no metaverso é completamente diferente de como se manifestam no mundo real e nas redes sociais.
Uma das preocupações é que o ambiente no metaverso pode ser muito sombrio caso não se estabeleçam limites éticos. Importante entender quem definirá esses limites. Confiança é muito importante para se avançar.
Cada decisão sobre cor e formas feita por designers afetarão o comportamento das pessoas no metaverso.
É também muito importante pensar nas pessoas que não terão acesso à tecnologia do metaverso, lembrando que tem muitas pessoas que sequer tem acesso à internet ao redor do mundo.
Tudo será aberto no metaverso, exceto informações sensíveis.
Bullying virtual é muito mais intenso pois é 24×7, antes sofríamos bullying na escola e íamos para a casa e o problema amenizava, agora as crianças lidam com isso o dia todo.
Quando se trata desse tipo de tecnologia deve-se pensar o tempo todo: o que pode dar errado? E tentar endereçar essas questões.
Precisamos ter cuidado com o que estamos criando pois nem todo mundo é bom intencionado.
E uma frase que Cathy Hackl atribui a um colaborador dela: ‘A Inteligência artificial não vai tomar seu emprego, mas alguém que entende de inteligência artificial vai.”
JOHN MAEDA
VP de design e Inteligência Artifical da Microsoft
Falou sobre design de sistemas e inteligência artificial e modelos de linguagem grande (LLM)….what??? Também fiquei assim….
A palestra foi divertida, mas um pouco difícil de acompanhar as partes técnicas da palestra.
Falando em inteligência artificial, fez uma analogia com o momento “garrafa de de ketchup”: comparou a súbita enxurrada de ferramentas de IA à nossa disposição com o problema com as antigas garrafas de ketchup de vidro. Você abre, sacode, cutuca com facas e colheres e só tira muito pouco ketchup e um pouco de água. Mas você realmente não quer comer suas batatas fritas sem ketchup, então você sacode um pouco mais e de repente sai tudo de uma vez e enche seu prato. A IA que é tendência há algum tempo virou a garrafa de ketchup agora. Teremos que aprender o que fazer com a abundância de modelos e ferramentas de IA agora.
Também comparou os modelos de IA com materiais de construção. Sobre como é importante os materiais que você seleciona para fazer o trabalho – alguns mais adequados do que outros, mas que requer saber como usar.
Para obter bons resultados, teremos que aprender muito mais sobre contexto e cognição ao construir esses sistemas. Nas palavras de Maeda: Designers terão que aprender a falar a linguagem das máquinas para interagir com ferramentas de IA – saber usar corretamente o prompt.
A importância de saber fazer o prompt também foi falada por Amy Webb no segundo dia do evento.
RYAN GELLERT
CEO da Patagônia e amigo de infância do Kelly Slater
Falou um pouco da recente doação da sua companhia para um fundo solidário, para que todo lucro seja revertido para combater as mudanças climáticas e proteger a natureza. Afirmou também que isso não afetou o dia a dia da empresa pois já operavam com esse propósito, valores, e compromisso com transparência.
Falou abertamente que as empresas dos setores de combustíveis fósseis, agricultura e vestuário, estão entre os piores poluidores do planeta e são responsáveis por muitos dos problemas que enfrentamos atualmente com as mudanças climáticas. Portanto, é responsabilidade deles limpar a bagunça que criaram. “Os líderes empresariais farão a coisa certa, depois de esgotarem todas as outras opções”, disse Gellert.
Dentro desse assunto falou sobre a compra de uma empresa no setor de alimentação, que foi também para entenderem como melhorar a cadeia de agricultura para que ela afete menos o meio ambiente.
Disse que o consumidor e demais stakeholders tem um papel fundamental quando a mensagem versus atitude das empresas em relação à sustentabilidade for conflitante (greenwashing). Ele encorajou consumidores e funcionários a serem muito cínicos e críticos em relação às mensagens de todas as empresas sobre sustentabilidade e manterem a pressão, especialmente por meio das mídias sociais.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E TENDÊNCIAS CULTURAIS: COMO DADOS PREVÊM FUTUROS.
Sarah da Vanzo (Pierre Fabre), Mirolasv Dimitrov (NWO.ai) e Matt Klein (Reditt).
Se juntaram para fazer uma meta análise com uso de IA de centenas de relatórios de tendências e chegaram à conclusão de que as tendências ditas mais importantes nesses relatórios não são tão impactantes quanto pensávamos antes, veja o resultado desses estudos nesse link:
Ainda no terceiro dia aproveitei para ver algumas ativações que acontecem pela cidade de Austin e destaco a ativação da Roku.
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Começo o dia reafirmando o entendimento de que para construir melhores futuros é necessário treinar os olhos para enxergar o que importa.
Que apesar dos aparentes esforços para que as coisas deem errado, tudo pode dar certo e o futuro ser normal!
Que precisamos ouvir as pessoas que passam pelos problemas para tentar resolver o problema e que quem tem problema não quer nossa pena, quer nosso respeito.
Que não existe para onde fugir se tudo der errado, então é melhor tentar resolver o problema de alguma forma.
E novamente que as novas tecnologias não devem ser temidas, mas devem ser entendidas e gerenciadas.
Um resumo das palestras que assisti hoje:
AMY WEBB
Os sinais estão confusos e os líderes com uma visão muito estreita sobre o futuro.
É preciso focar para treinar os olhos para conseguir enxergar e encontrar as convergências.
A internet como conhecemos acabou, hoje fazemos buscas na internet e amanhã seremos buscados. Tudo que existe no mundo vai virar dado.
ROHIT BHARGAVA
Focado no conteúdo do novo livro que celebra os inventores que estão pensando em soluções para fazer nossa vida melhor, melhorando nossa saúde, educação, qualidade de vida.
Como sempre ele lembra que ganha quem entende de gente.
JOSÉ ANDRÉS
O chef espanhol que imigrou para os Estados Unidos em 1991, fundou a World Central Kitchen em 2010, como um meio de alimentar as pessoas usando aulas de culinária para empoderar pessoas em comunidades e fortalecer sua economia e para proporcionar alimentação para pessoas em locais de tragédias ao redor do mundo.
A palestra foi emocionante e inspiradora. Com muito bom humor, José Andrés, que foi tema de documentário do diretor ganhador de Oscar, Ron Howard, contou várias histórias de sua trajetória e falou do seu trabalho sempre colocando-se em uma posição muito humilde e afirmando que privilegiado é ele que tem a oportunidade de fazer esse trabalho.
Falou sobre a necessidade de ouvir quem sente fome para que seja resolvido o problema da fome. Mencionou que enquanto quem discute o problema da fome forem pessoas privilegiadas que nunca passarem fome, sentado em congressos, esse problema nunca vai ser resolvido.
Lembrando do papel de sua mãe alimentando a família, disse que as mulheres são o coração que nutre o mundo, pois quase sempre carregam o fardo de alimentar a família.
Define a organização criada por ele como pessoas ajudando pessoas, mesas longas e não muros altos.
DOUGLAS RUSHKOFF
Autor e documentarista que estuda a autonomia humana na era digital e já escreveu mais de 20 livros.
Sua palestra como tema: o fim da mentalidade bilionária: a celebração, conta como cinco misteriosos bilionários o convidaram para um resort no deserto para uma conversa particular. O tema? Como sobreviver a catástrofe social que eles sabem que está por vir. Construindo bunkers?
Rushkoff constatou que esses bilionários estavam com a mentalidade que lhes dão a certeza, ao estilo do Vale do Silício, de que eles e sua corte podem quebrar as leis da física, economia e moralidade para escapar de um desastre de sua própria autoria – desde que tenham dinheiro suficiente e a tecnologia certa.
Para mudar essa mentalidade ele propõe:
– Desnaturalizar o poder:
– Acionar o poder
– Ressocializar as pessoas
– Cultivar o deslumbramento
Finaliza dizendo que a mentalidade bilionária nos enxerga como produtos e não como seres humanos a serem celebrados.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E O FUTURO DO JORNALISMO
Laura Ellis, Dalia Hashim, Aimee Reinhart e David Smydra
Ainda há muita apreensão em como a IA irá funcionar na realidade, mas estão animados com a evolução que a tecnologia irá trazer.
Acham que a IA pode ter muita utilidade para curadoria, tradução e transcrição.
Importante ter padrões claros para evitar vieses com políticas e ética claras. A transparência precisa ser encorajada pois precisa ficar claro para a audiência quem está produzindo o conteúdo que ela está consumindo para evitar que a desconfiança das pessoas na imprensa, cresça ainda mais.
O conteúdo SXSW 2023 – DIA 2 aparece primeiro em Fabbo Futuros.
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