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]]>Fabrícia Botelho
O Foresight Estratégico é uma metodologia que capacita indivíduos e empresas a se preparem melhor para os diferentes futuros que podem experimentar em médio e longo prazo.
Conceito
“Foresight estratégico é a capacidade de criar e manter uma visão de futuros de alta qualidade, coerente e funcional, e de utilizar as percepções que surgem de forma útil para a organização. Por exemplo, para detectar condições adversas, orientar a política, moldar a estratégia, e explorar novos mercados, produtos e serviços. Representa uma fusão de métodos futuros com os de gestão estratégica.” (Slaughter (1999), p. 287).
Metodologia
Para entender as etapas de um projeto de Foresight Estratégico, vamos utilizar a metodologia criada na Universidade de Houston, mas existem várias outras e é comum utilizar mais de uma metodologia em um mesmo projeto:

Framing (enquadramento): é o início do projeto onde são definidos objeto de estudo que chamamos de domínio; escopo; stakeholders; escopo geográfico: local a ser estudado que pode ser empresa, bairro, cidade, estado, país, etc; o horizonte temporal de 5, 10, 15, 20 anos ou mais – que pode ser definido de acordo com necessidade do cliente e setor de atuação; definição do mapa do domínio que são as categorias e sub-categorias que vão entrar no estudo);
Scanning (escaneamento): condições atuais; histórico; tendências; perguntas-chave e questões; planos e intenções anunciadas pelos stakeholders; projeções e previsões relevantes de relatórios de forecasting).
Futuring/Forecasting: Drives de mudança; linha de base e futuros alternativos.
Visioning: Escolha do futuro preferido e suas implicações.
Designing/planning: oportunidades e opções. Planejamento das ações necessárias para se alcançar o futuro preferido.
Acting (Ações): implementação e evolução através da definição de objetivos, estratégias, recursos, tarefas, prazos, responsáveis e formas de mensuração.
Sendo assim, um projeto de Foresight completo leva no mínimo 3 meses de trabalho, dependendo da agenda e envolvimento do cliente, que não é obrigatória, mas desejável já que seu envolvimento aumenta a possibilidade de sucesso na disseminação dentro da empresa e aplicação das soluções encontradas nas ações presentes. Este envolvimento acontece por meio de entrevistas com pessoas chave e workshops.
Benefícios:
O Foresight traz diversos benefícios para as organizações:
– Promove a inovação e fornece dados para a criação de estratégias.
– Antecipa e prepara para desafios e mudanças.
– Mitiga riscos.
– Identifica oportunidades de mercado.
– Gera visões de futuro.
– Torna a organização um agente de mudanças.
– Transforma ideias de futuro em realidade.
Alguns exemplos de insights gerados em um projeto de Foresight:
– Mapeamento de entrantes e start-ups de outras frentes que estavam criando produtos e serviços que iriam tornar o produto do cliente caro e obsoleto a médio prazo.
– Novos mercados que tem mercado consumidor para os produtos do cliente aplicado à uma necessidade emergente.
– Oportunidades de criação de novos produtos em novos segmentos com a capacidade já instalada.
– Verificação de mudança de comportamento do consumidor em curso o que afetará profundamente o setor do cliente a médio prazo e identificação de mudança.
– Análise de novos mercados para atuação da empresa.
– Verificação de empresas e start-ups com potencial de disruptar o mercado do cliente para aquisição.
Para realização do projeto de Foresight é mais comum a utilização de consultorias, mas muitas empresas e governos já contam com departamentos próprios.
É uma metodologia que pode ser aplicada para qualquer tipo de assunto, empresa, produto, serviço e também para organizações de qualquer porte.
Concluindo, o Foresight é uma ferramenta poderosa para perpetuação das organizações e cada vez mais fará parte do dia a dia à medida que as empresas entendam que é preciso estar preparado para um mundo turbulento e com mudanças cada vez mais velozes.
Como sociedade, o foresight nos dá a oportunidade de criar futuros mais funcionais.
“A única forma de prever o futuro é ter poder para formar o futuro.“ Eric Hoffer 1898 – 1983
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]]>Com tradução autorizada com exclusividade para Fabbo Futuros, este conteúdo pode auxiliar as áreas de planejamento estratégico, inovação, pesquisa e desenvolvimento, marketing, entre outras, a terem contato com estudos de futuros e conseguirem ter uma visão estratégica de longo prazo.
Teremos as Séries Especiais:
O Futuro da Economia
O Futuro do Trabalho
O Futuro da População
O Futuro da Saúde
O futuro do Clima
O futuro da Energia
O futuro dos Transportes
O futuro da Internet
O futuro da Alimentação
O Futuro da Educação
O Futuro da Evolução Humana
O Futuro da Segurança
O Futuro da Lei
O Futuro do varejo
O futuro das Cidades
O Futuro dos Computadores
O Futuro da Inteligência Artificial
O Futuro do Policiamento
O primeiro estudo da série: O Futuro da Economia
Desigualdade na riqueza. Revolução industrial. Automação. Aumento da expectativa de vida. Reforma tributária. Entenda nesta Série Especial sobre como todas essas tendências trabalharão em conjunto para moldar o futuro de nossa economia global.
Para projeto de Foresight para seu segmento, organização ou produto, fale conosco: futurosagora@fabbofuturos.com.br
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Líderes, de maneira geral, não aguentam mais ouvir que seus maiores desafios hoje são: liderar em um mundo com mudanças extremamente rápidas, e tomar decisões em ambientes de extrema incerteza e complexidade. E, mais do que não aguentar ouvir falar, estão lidando diariamente com a realidade de que modelos do passado recente já não respondem às perguntas que estão surgindo, e a experiência também não apresenta todas as soluções.
Estamos vivendo em plena potência o choque de futuro que Alvin Toffler tão didaticamente escreveu no início dos anos 70, e que, para agonia das lideranças atuais, talvez não tenha sido levado tão a sério; ninguém aguenta mais ouvir as sábias frases tiradas deste livro em diversas palestras de renomados futuristas e inovadores que fazem as cadeiras do auditório rangerem com o desconforto que causam. Porém, no dia seguinte, as pessoas voltam para a urgência dos seus escritórios e só se lembram de postar a frase de efeito no Linkedin.
Líderes, vocês precisam levar estes pensamentos de futuros para o dia a dia das suas organizações, pois liderar hoje exige, de fato, esta visão ambidestra, que é agir no presente usando as ferramentas atuais, mas sempre pensando nas ferramentas do futuro; usar as competências que se têm hoje, mas estar sempre buscando atualização com as competências que serão exigidas no futuro; buscar o resultado de hoje, mas entender a importância de mapear para onde seu segmento está indo e, com um pouco mais de prática, detectar quais outros elementos, fora do seu radar, podem afetar seu negócio.
Apenas o fato de estar atento a estes sinais já o torna um líder mais adaptável e resiliente. Mas, e se, além disto, o líder conseguir atuar a partir destes sinais e se tornar o agente das mudanças criando produtos, serviços e até novos mercados mapeados em um estudo de Foresight?
O que costumamos ouvir das lideranças quando falamos da importância disto é, geralmente, que estão mais preocupados em fechar a conta do mês do que com o que acontecerá no futuro. Fechar a conta do mês é extremamente importante, mesmo porque sem isto não haverá amanhã. Mas eu tento quebrar esta resistência com uma frase do mestre Zeca Pagodinho: é preciso estar com “um olho no peixe fritando e outro no gato do lado”.
Outros argumentos para negar a necessidade de abraçar o Foresight são: “minha empresa é pequena”, “não tenho equipe para isto”, “não tenho verba”, etc, o que resulta em mais um problema ambíguo e complexo de se resolver.
É verdade que o Foresight é uma disciplina de certa forma recente, e que, até pouco tempo atrás, estava restrita às grandes empresas, mas os estudos de futuros se disseminaram muito nos últimos anos, e empresas de qualquer tamanho podem encontrar profissionais e consultorias que vão conseguir atender suas necessidades e verbas; além de que os próprios líderes podem se capacitar através das diversas metodologias existentes hoje e, desta forma, multiplicar este conhecimento dentro de suas empresas.
O mais importante é ser um pensador de futuros e construir esta cultura dentro da sua empresa.
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